26 de setembro de 2014

VITIMAS DO EBOLA RESSUSCITAM


Na Libéria duas pacientes declaradas mortas pelo ebola foram flagradas vivas; Elas estariam vivendo entre os moradores de duas comunidades diferentes no condado de Nimba; Os moradores locais apresentam pânico e medo, eles acreditam que as duas mulheres, uma com 40 e outra de 60 anos voltaram a viver após a morte com a doença, elas estavam prestes a serem enterradas quando voltaram a respirar.

A OMS disse que 2.917 pessoas morreram vitimas do ebola dentre 6.263 casos em cincos países do oeste afetados pela doença até 21 de setembro, como parado ao número atualizado anterior da OMS, os últimos dados mostraram 99 mortes a mais na Libéria desde 17 de setembro, mas apenas algumas a mais em Serra Leoa desde19 de setembro e apenas três novas mortes em Guiné desde 20 de setembro!

Fonte: mirror.co.uk

18 de fevereiro de 2014

DOCUMENTÁRIO DOS MORTOS


O documentário de estreia do franco-suíço Alexandre O. Philippe foi lançado em 2003 e conta a história de uma galinha zumbi. Ou quase isso. Em setembro de 1945, um fazendeiro do Colorado resolveu servir um frango assado para sua sogra. Ele cortou parcialmente a cabeça do galo Mike e o corpo da ave saiu correndo pela sua cozinha. A criatura viveu decapitada ao longo de 18 meses e sua história pode ser assistida em Chick Flick: The Miracle Mike History.

Dez anos depois, ele termina o que pretende ser o registro definitivo sobre a cultura zumbi, em Doc of the Dead (Documentário dos Mortos)

O documentário aborda sobre a cultura zumbi, tratando do assunto de uma perspectiva muito ampla começando pelos zumbis da religião voodo, passando pelos filmes de George Romero e pelos blockbusters!

Fonte: revistagalileu.globo.com

MACACOS ZUMBIS


Os experimentos de Vladmir Demikhov à serviço da URSS irritou outra superpotência da época, com a tentativa de demonstrar superioridade medicinal em resposta a União Soviética o governo dos Estados Unidos financiou Robert White em uma série de cirurgias experimentais que resultaram no primeiro transplante de cabeças de macaco do mundo em 14 de março de 1970, White e seus assistentes levaram horas para realizarem a cirurgia que exigia até mesmo alguns movimentos coreografados para que pudesse ser realizado com sucesso o procedimento! Sim, eles conseguiram, removeram a cabeça de um macaco e implantaram em um novo corpo; Após acordar da cirurgia o animal começou a perseguir o médico com olhares que demonstravam raiva!


Depois do experimento o macaco faleceu devido às complicações da cirurgia, o doutor chegou a sugerir a realização do mesmo procedimento em seres humanos, mas nunca chegou a acontecer. White repetiu a experiência conseguindo provar que as cabeças de macacos conseguiriam sobreviver em um outro corpo; o procedimento envolveu a cauterização sistemática de artérias para evitar hemorragias e a manutenção dos nervos deixando-os intactos resultando na paralisação completa dos membros, devido ao corte na médula espinhal, todos os corpos que receberam as cabeças ficaram paralisados do pescoço para baixo; embora não pudessem controlar seus novos corpos, os animais continuavam com seus sentidos intactos.

CERBERUS


Em 1954, Vladmir Demikhov chocou o mundo ao apresentar o resultado de um de seus experimentos, o cachorro de duas cabeças criado cirurgicamente, o cientista implantou toda a região dianteira de um filhote no pescoço de um pastor alemão já adulto, a extinta união soviética bradava o feito de Demikhov como prova da superioridade de seus médicos e durante 15 anos o russo criou 20 cães de duas cabeças. O médico foi pioneiro nos estudos de transplantes de órgãos vitais e desejava realizar o transplante de coração e pulmão em seres humanos, o que naquele tempo era visto como algo impossível!



Repórteres de todo o mundo testemunharam o seu feito e engasgaram quando as duas cabeças tomaram juntas uma tigela de leite. As duas cabeças compartilhavam experiências sensoriais, quando uma queria comer, a outra também queria; se um bocejava, a outra bocejava. O cachorro viveu por seis dias, mas durante 15 anos o cientista construiu outros 19 deles e um dos animais chegou a sobreviver por um mês, os animais morriam porque Demikhov ignorou o processo de rejeições de tecidos.